As dívidas cresceram além do que o caixa aguenta.
Recuperação judicial não é o fim
É um recomeço com regras
Proteger a empresa, organizar as dívidas e ganhar tempo para virar o jogo.
Quando o cerco
aperta
A recuperação judicial existe para estes momentos.
Credores começaram a executar e bloquear contas.
Renegociar um a um já não resolve.
A empresa é viável, mas precisa de fôlego e proteção para se reorganizar.
Proteção legal para reorganizar,
não para fugir
Um processo que suspende as cobranças e abre espaço para um plano.
A recuperação judicial blinda a empresa das execuções por um período e permite renegociar as dívidas sob regras claras, com o negócio funcionando. Bem conduzida, ela preserva a empresa, os empregos e o que foi construído.
Do pedido
ao plano aprovado
Quatro etapas, cada uma com começo e fim. Você acompanha em qual delas está.
- Avaliação Confirmamos se a recuperação judicial é o caminho ou se há saída antes dela
- Preparação Organizamos números, dívidas e o pedido
- Plano Construímos um plano que os credores aceitem e a empresa cumpra
- Execução Acompanhamos o cumprimento até a empresa sair do processo
A empresa volta a respirar, com regras
As cobranças param, o caixa deixa de sangrar e a empresa ganha tempo para se reorganizar. No fim, dívidas viáveis, operação de pé e um caminho de volta.
Recuperação judicial na hora certa, não cedo demais
Boutique sênior com 14 anos de estrada e capital próprio. Só indicamos a recuperação judicial quando ela é o melhor caminho. Muitas vezes, um diagnóstico mostra uma saída mais simples antes.
Dúvidas frequentes
Recuperação judicial é falência?
Não. A falência encerra a empresa. A recuperação existe para manter a empresa viva.
Vou perder o controle da empresa?
Não. Em geral, a gestão continua com você, sob acompanhamento.
Dá para evitar?
Às vezes sim. Por isso começamos pelo diagnóstico.
Quanto tempo dura?
Varia, mas a proteção começa logo no início do processo.